13.12.08

Transparente...


Porque hoje tive um sonho que me deixou a inquietante sensação de ser

transparente, mesmo para as pessoas mais próximas...

Assim como um vidro muito limpo, parece que só me vêm de determinado

ângulo... E que, de outros, nem existo para elas!


Foi perturbador...

9.9.08

26ago08

Gosto de saber os "porquês" de tudo, mas há alturas em que as explicações parecem demasiadas e deixo de entender porque me estão a dar tanta informação...

04 jul 08 - 02

Um joguete de jogral aflora as pernas de um colibri.
Ao longe, um tigre ruge.
Zomba, zombeteiro, o sapo na sua poça.
Deixa, um dia o caçarão...

04 jul 08 - 01

Atenta nas palavras, porque nelas há duendes de encantar e de enganar e verdades que mentem mentiras verdadeiras

15 mai 08 - 3

tenho saudades do tempo em que não me sentia irrelevante...

15 mai 08

Pássaros às migalhas ou a vida em pequenos pedaços - adoráveis na sua forma, mas tão grandes na sua insuficiência...

07jun08

Painting poetic pictures of poliandric potencial

Droplets of rain drowning a cat in it's own tears...

There was a factory of mangled hearts just outside the city limits - profetic

venues in wilderness

Lost issues of concentration on onanistic reconings of reason...

15 maio 2008

Arcane, oblong symetries in the sky
Searching for the confort of words whispered in sweet delight
The simple confort of warmth and relaxed coolness

10 Mar 2008

Slow death on a fast pace

Jumbo jets are exploding like jelly fish in a frying pan

It's a bloody stain of blue in a stainless steel scissor, used to cut traitor's throats

There is garbage in my soul and hopeful toughts of cleanliness

There's hope and none.

Rather have the first...

caminho

Certificar-se de que aquilo que se faz a cada momento é o correcto talvez seja o caminho para algum crescimento.

Mas é um trabalho tão árduo...

1.4.08

Kova M

foram uns dias interessantes, estes passados num dos mais mal afamados bairros dos arrebaldes da capital - a Cova da Moura.

tendo consciência que estive na "zona VIP" (segundo os locais) do bairro, devo dizer que "no pasa nada"... e que se come deliciosamente! coqueiro rulla!

é verdade que é todo um outro mundo, uma outra maneira de estar, em que as pessoas estão na rua, tocam, ouvem música, dançam e falam animadamente.

também admito que os olhares semi-desconfiados e a sensação de que, ali, o estrangeiro era eu não contribuem muito para o total descanso. mas nunca senti um clima de ameaça propriamente dito.

pelo menos na zona em que estive, tirando as casas estarem praticamente empilhadas umas nas outras, podia estar num qualquer subúrbio calmo.

aquilo que não se conhece amplia de facto os receios e temores.

17.3.08

17 de março de 2008

sinto-me disperso por muito pontos, como um navio a navegar em todos os oceanos ao mesmo tempo...

14.3.08

14 março 2008

olhando hoje para a minha vida nos útimos meses, parece que tenho estado numa espécie de paragem ou de animação suspensa...

sinto-me á beira de uma qualquer espiral, de que pode resultar o afundar...

e sei que tenho de lutar para a mudança, que se impõem... mesmo que pareça improvável. mas sei que é inevitável... só ainda não descobri qual vai ser o sentido dessa mudança e o percurso que virá a seguir. espero que seja um dos bons...