imagens, delírios, estados de alma e ideias...
pedaços de mim, no fundo...
1.10.09
29 de Setembro de 2009
Não é muito pacífico andar a falar de rupturas quando se sente que talvez se devessem fazer algumas e ainda por cima se está a ser muito pouco eficaz no processo, com as a inevitáveis consequências que isso tem para mim e para outros
1 comentário:
Vodkalimão
disse...
As rupturas não costumam ser pacíficas. Pelo contrário. Normalmente elas surgem de um grito, de um vómito, sem que haja retorno. Como se não se aguentasse mais. Como se se tivesse chegado a um limite. Irreversível. A sensação da necessidade de as fazer já é algo forte e a levar em consideração: alguma coisa não está bem e precisa de ser feita e sentida de forma diferente. Consequências há sempre, nem que seja da inércia. Os outros ? Esses vêm depois. Não é egoísmo. É simplesmente porque não existiu até hoje alguem que conseguisse, adequadamente, definir-se aos outros, sem se definir a si primeiro. Abraço
Já me descreveram como responsável, saudável, atento, entusiasta, inteligente, misterioso, prestável, inseguro, complicado e complexo...
de todas prefiro a última, mas acho que sou o contrário...
talvez seja uma questão de como se olha, porque se tende a "incrementar" aquilo que parece demasiado simples... e às vezes um cachimbo é só mesmo um cachimbo...
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1 comentário:
As rupturas não costumam ser pacíficas. Pelo contrário. Normalmente elas surgem de um grito, de um vómito, sem que haja retorno. Como se não se aguentasse mais. Como se se tivesse chegado a um limite. Irreversível. A sensação da necessidade de as fazer já é algo forte e a levar em consideração: alguma coisa não está bem e precisa de ser feita e sentida de forma diferente. Consequências há sempre, nem que seja da inércia. Os outros ? Esses vêm depois. Não é egoísmo. É simplesmente porque não existiu até hoje alguem que conseguisse, adequadamente, definir-se aos outros, sem se definir a si primeiro. Abraço
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