1.10.09

29 de Setembro de 2009

Não é muito pacífico andar a falar de rupturas quando se sente que talvez se devessem fazer algumas e ainda por cima se está a ser muito pouco eficaz no processo, com as a inevitáveis consequências que isso tem para mim e para outros

1 comentário:

Vodkalimão disse...

As rupturas não costumam ser pacíficas. Pelo contrário. Normalmente elas surgem de um grito, de um vómito, sem que haja retorno. Como se não se aguentasse mais. Como se se tivesse chegado a um limite. Irreversível. A sensação da necessidade de as fazer já é algo forte e a levar em consideração: alguma coisa não está bem e precisa de ser feita e sentida de forma diferente. Consequências há sempre, nem que seja da inércia. Os outros ? Esses vêm depois. Não é egoísmo. É simplesmente porque não existiu até hoje alguem que conseguisse, adequadamente, definir-se aos outros, sem se definir a si primeiro. Abraço